Hoje
Não está fácil. Mas pode ficar.
Os dias têm sido longos, intensos, cansativos e pouco rentáveis - todos os sentidos.
Em miúdos, não rende porra nenhuma.
Dormir mais cedo não adiantaria. E acordar mais cedo também não. Ficaria acabado, daí, haja café nanquim da Nice.
Já falei que o café dela deixa a língua preta? Pois é.
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Daí... eu tenho uns projetos, mas estou adiando.
Uma conversa etílica com meus sócios fez surgir uma verdade clara: medo de envelhecer é bobagem. Coisa de moleque.
E é, pior que é.
Velho tem 70, 80.
35 a 40 é o período auge da capacidade intelectual.
30 e poucos é o auge da capacidade sexual.
25 é auge de porra nenhuma.
Tem vida sobrando de monte por aí. Vou empurrando pra depois. Dá tempo.
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Cinemão.
Chicago é uma pisada no saco das fortes. Pior foi aguentar o cara na poltrona ao lado cantarolando
todas as músicas. Desculpaí, achei chato. Oscar é lixo.
Por outro lado, o
8 Mile é muito muito bom. Eu sabia que ia gostar, mas comprovei. Fiquei mais fã do Eminem, o que não é difícil - rap também costuma ser chato. Aqui, não atrapalha muito. E tem a
Britanny Murphy. Já valeu.
Esqueci dizer que o
Gangues de NY é bem foda também, mas só por causa do Butcher-Olho-de-Vrido.
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Mil pessoas novas, cheias de opiniões, pontos de vista, textos inteligentes, experiências desconhecidas, procedências idem, que nunca (ou pouco) vi em pessoa, mas existem na virtualidade.
O caderninho preto vai crescendo. Duro é ligar as caras aos nomes depois.
O que fazer com tanta gente?
Chamar pra uma festa pode ser uma.
Ouvindo, durante o tudo acima:
Stephen Malkmus - (Do not feed the) Oyster
Stephen Malkmus - Animal Midnight